quarta-feira, 3 de junho de 2015

quarta-feira, 20 de maio de 2015

REFERÊNCIAS bibliográficas - Projeto Participação Cidadã

ACOSTA, A. R.; VITALE, M. A. Família: redes, laços, políticas públicas. São Paulo: PUC-SP, 2003.         


ARAÚJO, Ulisses F.; A construção social e psicológica dos valores. Educação e valores: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, p. 17-64, 2007.

ASSIS, Simone G. et al.; A representação social do ser adolescente: um passo decisivo na promoção da saúde. Ciênc. saúde coletiva [online]. 2003, vol.8, n.3, pp. 669-679. ISSN 1413-8123.  

BARROS, Paulo Sérgio.; Educação, cidadania e espiritualidade: uma experiência no cotidiano da sala de aula. Educação e valores humanos no Brasil: trajetórias, caminhos e registros do Programa Vivendo Valores na Educação. São Paulo: Editora Brahma Kumaris, 2009.

BRANCO, S. M. O meio ambiente em debate. São Paulo: Moderna, 1998. CAPRA, F. Gerenciamento ecológico. São Paulo: Cultrix, 1996.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde na Escola/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 96 p.: il. – (Série B. Textos Básicos de Saúde) (Cadernos de Atenção Básica; n. 24)
CAMPOS, G. M; FERREIRA, R. F. A importância da legitimação social na (re) construção da identidade de um alcoolista. Estudos de Psicologia, Campinas, 2007.
CARMO, Hermano e Ferreira, M. Manuela; Metodologia da Investigação - Guia para Auto-Aprendizagem. Universidade Aberta, Lisboa, 2ª edição, 2008.

CAVALCANTE, Meire.; O que dá certo na Educação de Jovens e Adultos. Revista Nova Escola, São Paulo: Abril, 2005.

CHAVES, MARIA P. S.; RODRIGUES, DÉBORA C. B. Desenvolvimento Sustentável: limites e perspectivas no debate contemporâneo, 2006.

DIAS, G. F. Atividades interdisciplinares de educação ambiental. São Paulo: Global, 1994.

FARIA, Luísa.; Desenvolvimento do auto-conceito físico nas crianças e nos adolescentes. Análise Psicológica, v. 23, n. 4, p. 361-371, 2005.

FEIJÓ, M. R. A família e os projetos sociais voltados para jovens: impacto e participação. Tese de doutorado não-publicada, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2008.         
FERRAGE, Virgínia Zaidam Chantre.; Espiritualidade e comportamentos de cidadania organizacional: expressões de cidadania nas organizações: um estudo de caso. 2012.

GADOTTI, M. Pedagogia da terra. São Paulo: Pierópolis, 2000.

HERMAN, M. L. et al. Orientando a criança para amar a terra. São Paulo: Augustus, 1992.

HUMPHREYS, Tony.; Auto-estima, a Chave Para a Educaçao Do Seu Filho. Editora Ground, 2001.
LOPES, Gertrudes Teixeira et al.; O enfermeiro no ensino fundamental: desafios na prevenção ao consumo de álcool. Esc Anna Nery Rev Enferm, v. 11, n. 4, p. 712-6, 2007.

Informe da Quarta Conferência Mundial sobre a Mulher, Beijing, 4 a 15 de setembro de 1995 (publicação das Nações Unidas, Nº de venta: S.96.IV.13), cap. I, resolução 1, anexo II.

JACOBI, P. Cidade e meio ambiente. São Paulo: Annablume, 1999.

LEFF, E. Epistemologia ambiental. São Paulo: Cortez, 2001.

LOPES, JOSÉ ROGÉRIO. Terceiro setor: a organização das políticas sociais e a nova esfera pública. Revista São Paulo Perspec. vol.18 no.3 São Paulo, 2004.
MACEDO, R. M. A Família do ponto de vista psicológico: lugar seguro para crescer? Caderno de Pesquisas, 1994.
MARRIEL, Lucimar Câmara et al.; Violência escolar e auto-estima de adolescentes. Cadernos de pesquisa, v. 36, n. 127, p. 35-50, 2006.

MELLUCI, ALBERTO. Um objetivo para os movimentos sociais? Revista Lua Nova  no.17 São Paulo, 1989.

Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Saúde na Escola. Brasília: Ministério da Saúde; 2009.

Ministério da Saúde, Ministério da Educação. Programa Saúde na Escola. Brasília: Ministério da Saúde; 2008.

MOYSÉS, Lucia.; Auto-estima Se Constrói Passo a Passo. Papirus Editora, 2001.
O que é trabalho em rede. Disponível em: <http://www.ufrn.br/sites/engenhodesonhos/hipertexto/oquerede.htm >. Acesso em 15/05/2014 às 19:35h.

Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Atas da Conferência Geral, 28ª reunião, Paris, 25 de outubro a 16 de novembro de 1995, vol. 1: Resoluções, resolução 5.4.

PIRES, Laurena Moreira et al.; A enfermagem no contexto da saúde do escolar: revisão integrativa da literatura. p.668. Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2012 dez; 20(esp1):668-75.   

RESOLUÇÃO 53/243. Declaração e Programa de Ação sobre uma Cultura de Paz. Disponível em: <http://www.comitepaz.org.br> Acesso em: 10 de novembro de 2014.

RODRIGUES, Amália Baliza et al.; A importância de valorizar a auto-estima na Educação de Jovens e Adultos. 2013.

SAPIENZA, Graziela; PEDROMÔNICO, Márcia Regina Marcondes.; Risco, proteção e resiliência no desenvolvimento da criança e do adolescente. Psicologia em estudo, v. 10, n. 2, p. 209-216, 2005.
SLUZKI, C. A rede social na prática sistêmica. São Paulo, 1997.
TAMAIO, I. A Mediação do professor na construção do conceito de natureza. Campinas, 2000.

THEODORO, S. M. C. H. A fertilização da Terra pela Terra: Uma alternativa de
sustentabilidade para o pequeno produtor rural. Tese de Doutorado. CDS/UnB.
Brasília, 2000.

TILLMAN, Diane; COLOMINA, Pilar Quera.; Programa Vivendo Valores na Educação–Guia de capacitação do educador. São Paulo: Confluência, 2004.


Considerações


A educação e outros setores devem caminhar de forma articulada na construção dos sujeitos individuais e coletivos dos quais a sociedade é constituída. Por isso, os processos educativos precisam ser vistos não apenas na perspectiva da possibilidade de gerar e disseminar conhecimentos, mas, sobretudo, na dimensão humana e de melhoria da qualidade de vida e saúde das pessoas. Dentre as possibilidades de atuação no âmbito estudantil, a promoção da saúde é um potencial a ser desenvolvido neste espaço, considerando ser este um local privilegiado para o diálogo, para o intercâmbio de saberes e para a expressão da diversidade cultural (LOPES, 2007).

Os valores são construídos a partir da projeção de sentimentos positivos que o sujeito faz sobre objetos, e/ou pessoas, e/ou relações, e/ou sobre si mesmo. Durante toda a vida, à medida que os valores vão sendo construídos, eles se organizam em um sistema. Nesse sistema de valores que cada sujeito constrói alguns deles se "posicionam" de forma mais central em nossa identidade e outros de forma mais periférica. O que determina esse "posicionamento" é a intensidade da carga afetiva vinculada a determinado valor. As características de nosso sistema de valores são bastante flexíveis e maleáveis ou, fluidos, e podem variar constantemente em função dos contextos e das experiências. Assim, o papel dos educadores é de buscar estratégias que aumentem a probabilidade de que determinados valores éticos sejam alvo de projeções afetivas positivas de seus educandos (ARAÚJO, 2007).

Enfim, buscar modelos educativos dialógicos, pautados em valores de democracia, justiça, solidariedade e outros mais (como aqueles presentes na Declaração Universal dos Direitos Humanos), pressupõe introduzir no dia a dia e nas ações articuladas com a comunidade a preocupação cotidiana com valores socialmente desejáveis. Esse trabalho, no entanto, precisa ser sistematizado e intencional, de forma a ser naturalizado. Isso fará com que a educação em valores deixe de ser algo pontual e esporádico, que ocorre em aulas ou momentos específicos, e passe a ser um movimento de tal forma imbricado que será reconhecido como natural (ARAÚJO, 2007).

Dramatização educativa com ênfase em Sinais e Sintomas.

Solicitação!

Irmãos, vocês podem conhecer nosso Projeto Social de Educação Popular em Saúde nas redes sociais e outros temas, me dar...

Posted by Pensamentos Inspiradores SUD on Quarta, 3 de junho de 2015