quarta-feira, 20 de maio de 2015

REFERÊNCIAS bibliográficas - Projeto Participação Cidadã

ACOSTA, A. R.; VITALE, M. A. Família: redes, laços, políticas públicas. São Paulo: PUC-SP, 2003.         


ARAÚJO, Ulisses F.; A construção social e psicológica dos valores. Educação e valores: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, p. 17-64, 2007.

ASSIS, Simone G. et al.; A representação social do ser adolescente: um passo decisivo na promoção da saúde. Ciênc. saúde coletiva [online]. 2003, vol.8, n.3, pp. 669-679. ISSN 1413-8123.  

BARROS, Paulo Sérgio.; Educação, cidadania e espiritualidade: uma experiência no cotidiano da sala de aula. Educação e valores humanos no Brasil: trajetórias, caminhos e registros do Programa Vivendo Valores na Educação. São Paulo: Editora Brahma Kumaris, 2009.

BRANCO, S. M. O meio ambiente em debate. São Paulo: Moderna, 1998. CAPRA, F. Gerenciamento ecológico. São Paulo: Cultrix, 1996.

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CAMPOS, G. M; FERREIRA, R. F. A importância da legitimação social na (re) construção da identidade de um alcoolista. Estudos de Psicologia, Campinas, 2007.
CARMO, Hermano e Ferreira, M. Manuela; Metodologia da Investigação - Guia para Auto-Aprendizagem. Universidade Aberta, Lisboa, 2ª edição, 2008.

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RODRIGUES, Amália Baliza et al.; A importância de valorizar a auto-estima na Educação de Jovens e Adultos. 2013.

SAPIENZA, Graziela; PEDROMÔNICO, Márcia Regina Marcondes.; Risco, proteção e resiliência no desenvolvimento da criança e do adolescente. Psicologia em estudo, v. 10, n. 2, p. 209-216, 2005.
SLUZKI, C. A rede social na prática sistêmica. São Paulo, 1997.
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Brasília, 2000.

TILLMAN, Diane; COLOMINA, Pilar Quera.; Programa Vivendo Valores na Educação–Guia de capacitação do educador. São Paulo: Confluência, 2004.


Considerações


A educação e outros setores devem caminhar de forma articulada na construção dos sujeitos individuais e coletivos dos quais a sociedade é constituída. Por isso, os processos educativos precisam ser vistos não apenas na perspectiva da possibilidade de gerar e disseminar conhecimentos, mas, sobretudo, na dimensão humana e de melhoria da qualidade de vida e saúde das pessoas. Dentre as possibilidades de atuação no âmbito estudantil, a promoção da saúde é um potencial a ser desenvolvido neste espaço, considerando ser este um local privilegiado para o diálogo, para o intercâmbio de saberes e para a expressão da diversidade cultural (LOPES, 2007).

Os valores são construídos a partir da projeção de sentimentos positivos que o sujeito faz sobre objetos, e/ou pessoas, e/ou relações, e/ou sobre si mesmo. Durante toda a vida, à medida que os valores vão sendo construídos, eles se organizam em um sistema. Nesse sistema de valores que cada sujeito constrói alguns deles se "posicionam" de forma mais central em nossa identidade e outros de forma mais periférica. O que determina esse "posicionamento" é a intensidade da carga afetiva vinculada a determinado valor. As características de nosso sistema de valores são bastante flexíveis e maleáveis ou, fluidos, e podem variar constantemente em função dos contextos e das experiências. Assim, o papel dos educadores é de buscar estratégias que aumentem a probabilidade de que determinados valores éticos sejam alvo de projeções afetivas positivas de seus educandos (ARAÚJO, 2007).

Enfim, buscar modelos educativos dialógicos, pautados em valores de democracia, justiça, solidariedade e outros mais (como aqueles presentes na Declaração Universal dos Direitos Humanos), pressupõe introduzir no dia a dia e nas ações articuladas com a comunidade a preocupação cotidiana com valores socialmente desejáveis. Esse trabalho, no entanto, precisa ser sistematizado e intencional, de forma a ser naturalizado. Isso fará com que a educação em valores deixe de ser algo pontual e esporádico, que ocorre em aulas ou momentos específicos, e passe a ser um movimento de tal forma imbricado que será reconhecido como natural (ARAÚJO, 2007).

Resultados até 17/11/2014

Este projeto é relevante, os objetivos vêm sendo alcançados no sentido de participação de profissionais psicólogos internautas, nos espaços virtuais em atividade. A participação virtual de estudantes, professores, servidores e cidadãos em geral também estão gradualmente aumentando. Foram contabilizados os acessos e visualizações dos internautas às páginas do Projeto Participação Cidadã, como os bloggers, grupos virtuais e/ou páginas do facebook.

O eixo temático tabagismo possui site experimental da primeira fase disponível em http://tabagismonovosares.wix.com/bahia. O Blog Novos Ares - Aliança contra o tabaco, disponível em http://tabagismonovosares.blogspot.com/, apresentou, até 22/08/2014, 1.214 visualizações de página, 48 postagens, sendo a última publicação em 21/08/2014. O grupo virtual correspondente, na rede social facebook, disponível em https://www.facebook.com/groups/gruponovosares/ alcançou 1.041 membros. A página correspondente, na rede social facebook, disponível em https://www.facebook.com/TabagismoNOVOSARES, alcançou os resultados demonstrados no gráfico 1, a seguir.

Gráfico 1. Fãs da página, por localidade de residência.
Fonte: Facebook, 22 de agosto de 2014.
O eixo temático Saúde Mental, possui o blog CAPS Virtual - Atenção Psicossocial Online disponível em http://capsvirtual.blogspot.com/, com site do Google disponível em https://sites.google.com/site/saudementalvirtual/, apresentando um total de 30 publicações até o mês de agosto do corrente ano e 4.412 visualizações de página.

O eixo temático Cidadania, possui o blog Participação Cidadã, disponível em http://participacidad.blogspot.com/, apresentando um total de 65 publicações até o mês de agosto do corrente ano e 3.399 visualizações de página.

O eixo temático História, Cultura e Meio Ambiente, possui o blog Bahia Turismo Online - Riquezas Culturais e Naturais, disponível em http://lealesud.blogspot.com/, com site do Google disponível em https://sites.google.com/site/bahiaturismoonline/, apresentando um total de 21 postagens de publicações até o mês de agosto do ano corrente e 2.610 visualizações de página.

O eixo temático Saúde do Idoso, possui o blog Mãos que Ajudam a Terceira Idade, disponível em http://atendamos-a-terceira-idade.blogspot.com/, apresentando um total de 2 postagens de publicações até o mês de agosto do ano corrente e 183 visualizações de página, sendo o blog com menor número de postagens e visualizações.
O eixo temático Humanização, Tecnologia e Reforma Psiquiátrica possui o blog Enf. Prof. Diego Leal, disponível em http://enfprofdiegoleal.blogspot.com/, com site do Google está disponível em https://sites.google.com/site/avansusbahia/, apresentando um total de 93 postagens de publicações até o mês de agosto do ano corrente e 41.498 visualizações de página sendo o blog com maior número de postagens e visualizações.

De acordo com os dados analisados, postado no dia 07\11\2014 as 13:30hs da tarde e sendo finalizada a coleta dos dados no dia 14/11/2014 as 00:00hs, no faceboock no grupo Sul e Extremo Sul da Bahia , cujo a abordagem principal era “ Violência Domestica”, onde obteve  12 curtidas e 30 comentários como representado no gráfico 2, sendo que dentre as 12 curtidas, 2 eram da população e o restante participantes do projeto cidadão, dos 30 comentários, 28 eram de alunos do 8º período de enfermagem e 2  comentários foram de pessoas da população. Pode-se perceber que não houve participação significativa da população, o que indica que as pessoas ainda apresentam resistência sobre este tipo de atividade.

Gráfico 2. Participação dos acadêmicos e outros interessados no projeto participação cidadã no debate sobre violência doméstica.
Fonte: Facebook, 14 de novembro de 2014.

De acordo com os dados coletados, postado por Tássio Loureiro no VIA41, na data 11/11/2014 as 15:49hs sendo finalizada a coleta de dados no dia 17/11/2014 as 00:00hs, cuja a abordagem principal era “ Campanha da Paz”, onde obteve 17 compartilhamentos para o facebook, desses compartilhamentos obtiveram-se 139 curtidas e 11 comentários, dos quais 12 compartilhamentos foram de participantes do projeto cidadão e 6 foram feitos pela população,  conforme mostrado no gráfico 3. Pode-se perceber que dentro do tema abordado houve mais interesse da população em participar e comentar.







Gráfico 3. Postagem na temática Campanha pela paz.

Fonte: Facebook, 17 de novembro de 2014.

Projetos sociais, voluntariado e terceiro setor

As redes sociais expandem o interesse das redes pessoais e familiares para as redes de relação e sustentação, não só de indivíduos e famílias. Acrescentam-se a essas as redes de serviços e equipamentos, as redes de informações e as redes de significados e interesses (econômicos, políticos), possibilitando a transformação de determinado segmento populacional (ACOSTA; VITALE, 2003).


Considera-se que o fortalecimento do indivíduo e de suas relações com as redes, sejam elas pessoais ou materiais, é ponto central na questão da saúde e do bem-estar, pois é em conjunto com o outro, e através das relações, que uma pessoa constrói a visão de si mesma (CAMPOS; FERREIRA, 2007).

Assim, na relação com o outro, a pessoa se sente legítima e forte e encontra os recursos dos quais precisa para sobreviver, crescer e realizar-se. Considera-se ainda que para um ser humano só será possível usufruir os seus direitos básicos (alimentação, educação, saúde, trabalho e lazer) por meio da convivência e da participação social, especialmente para os mais carentes do ponto de vista material, razão pela qual é fundamental o apoio à família como matriz dessa socialização (MACEDO,1994).

O voluntariado é uma forma de participação social que vem em constante crescimento à medida que transcorre o tempo. Tamanho é esse aumento que, a fim de estimular ainda mais essa atividade, o ano de 2001 foi escolhido, pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Ano Internacional do Voluntariado. Entretanto, não se pode associar o avanço do voluntariado somente a essa iniciativa da ONU.

No Brasil e na própria ONU, outros documentos foram publicados, posteriormente, com a finalidade de despertar a participação das pessoas em atividades voluntárias, principalmente os jovens e os idosos, no intuito de investirem seu tempo livre na promoção da solidariedade e da cidadania.
O terceiro setor é uma forma de administrar o negócio público do ponto de vista organizativo, ele não é uma propriedade. Porque os recursos públicos são recursos vindos de taxas e impostos, são recursos que vêm daquilo que chamamos de subsídios e, portanto, eles saem do tesouro e do orçamento da nação. Então não é um terceiro setor não estatal, ele é um terceiro setor público organizacional, não uma propriedade nova que foi criada, já que os subsídios são públicos, é o setor incentivado (LOPES, 2004).
Na emergência do Terceiro Setor é visto uma abertura dos canais de decisão à participação da sociedade civil. Sem enfatizar a origem do suporte financeiro de manutenção das ONGs, o discurso dos apologistas do Terceiro Setor tem geralmente recaído numa argumentação que desqualifica o Estado como esfera de efetivação das políticas sociais e públicas. Tal argumentação, visando sobretudo realçar o papel e a importância das ONGs, muitas vezes obscurece o fato de que muitas delas não definiram sua posição no confronto entre os projetos sociais hoje em pauta, no campo das políticas sociais. Dessa maneira, não se trata efetivamente de um campo instituído, ou de uma esfera pública instituinte, mas de "formações culturais" constituídas por uma associação de sujeitos (LOPES, 2004).
O campo dos movimentos sociais é um dos mais indefiníveis que existem. Os movimentos são difíceis de definir conceitualmente e há várias abordagens que são difíceis de comparar. Os vários' autores tentam isolar alguns aspectos empíricos dos fenômenos coletivos, mas como cada autor acentua elementos diferentes, dificilmente se pode comparar definições. Infelizmente, estas são mais definições empíricas do que conceitos analíticos (MELUCCI, 1989).
Há uma distinção entre movimentos (como formas de opinião de massa), organizações de protesto (como formas de organizações sociais) e eventos de protesto (como formas de ação). Um movimento social é um fenômeno de opinião de massa lesada, mobilizada em contato com as autoridades (MELUCCI, 1989).
O movimento em forma de protesto raramente atua de maneira concertada e sua existência deve ser inferida das atividades de organizações que reivindicam representá-lo a importância da participação, da mobilização, do controle social e da educação em saúde e ambiental, permeando a política de saneamento, visando ao empoderamento dos grupos sociais para efetiva inserção e intervenção nesses processos. O foco principal dos dois programas é o atendimento as comunidades por meio de ações e investimentos, a fim de conferir sustentabilidade a essas ações (MELUCCI, 1989).

Figura 4. Sub-Projeto Interdisciplinaridade em Pesquisas, Atividades de Campo e Mapeamentos

PPC.png

https://sites.google.com/site/inspconsulting/home/mobilizacao-social

Dramatização educativa com ênfase em Sinais e Sintomas.

Solicitação!

Irmãos, vocês podem conhecer nosso Projeto Social de Educação Popular em Saúde nas redes sociais e outros temas, me dar...

Posted by Pensamentos Inspiradores SUD on Quarta, 3 de junho de 2015